Um lugar de palavras no meio do nada

Terça-feira, Novembro 29, 2005


[12:24 PM]

Escancarada...

Ah, tu me pedes furor e dizes que é meu coração em chamas, meu ciúme, que te iluminam no escuro. Me pedes reverberação e murmura a desilusão de minha distância, a mudança de cor, como se tu mesmo não tivesses criado meus passos de ida, com teu silêncio, tuas recusas, teu medo de pronunciar os palavrões dos amantes. Como se tu mesmo não tivesse a régua e compasso do tamanho do meu amor. Como se eu não fosse a medida exata, infinitesimal, do que tu deixas que, de mim, caiba em ti.
Agora tu guarda, a treze mil chaves, no teu baú de guardados, no teu alforge de receios, um caminhão de coisas não ditas, de frases desfeitas, como se cada instante não tivesse tempo próprio e pudesse ser reproduzido adiante, como se imortalidade pudesse ser tecida com dores mitigadas. Assim, não cumpres a promessa de que entre meu corpo e o teu, nada houvesse, ao fim da noite, além da nossa inocência de amados.
Meu coração é teu. O último encanto e o maior de todos, é teu.O homem é teu e tu sabes o significado do que digo. É tu que sacia o cio de meu desejo, a necessidade da vida em mim, o cio da vida em mim. Sou eu que te vejo, a mulher de todas as procuras, linda e extensa, que não poderás ser pra ninguém.
Não te chamo para amanhã. Pouco me importa amanhã, se hoje, tu dormires inteira no meu sono. Ainda que partas no primeiro sol, a tua presença permanecerá viva, feito labareda de carvão, a iluminar as esperanças. Eu quero apenas que tu escancares tua boca e grite o que sentes. Sem meias verdades, a meia luz. Escancara tua boca e xinga todos os xingamentos em todas as línguas. E se não for o bastante, inventemos uma , de xingamentos, só nossos. Escancara tua boca e me engole. A memória, já te contei, em cada célula do corpo, será eterna. Se te fores totalmente impossível ficar, arruma tua mala e sai feito orvalho que emigra da folha do capim, ou como quem arromba a porta, amanhã de manhã, mas agora, não te escondes mais de mim e de ti não. Escancara teu peito, a fragilidade do teu coração e da vida que, engano teu, nunca será maior do que você. Não te peço mais a eternidade, nem vencer as imensidões de tua memória inaugural, não te peço mais a devoção que tu tens quando ama, pois sei inalcançável para mim. Eu te peço é uma noite, em que você se dispa de todos os pudores, de todos os limites. Em que a alma em você, que me pertence, e me tem como homem e dono, senhor e escravo, se entregue. Escancarada!!!





Comments: (alternativo)


12:24 PM - post nºPostado por Insensato

Sexta-feira, Novembro 25, 2005


[9:41 AM]

Crônica de Semana

Assim não dá...

Assim não dá. Deve haver uma mente, um complô de alguma espécie alienígena interessado em nossas Vênus calipigias, nossas encorpadas e afrodisíacas mulheres, para explicar este movimento orquestrado, sistemático e conspiratório contra os últimos bastiões da defesa masculina. Lembro-me, pois sempre tomei Óleo de Fígado de Bacalhau, e sei que houve um tempo em que ser homem era apenas ser homem. Ressalto que, se Deus quisesse que fosse diferente, não tínhamos comido a maçã no paraíso e ele teria criado um salão de beleza com esteticistas e personal stylist para dar um trato na folha de parreira.
Não bastasse a maciça adesão, cada vez mais maciça, e as narrativas maravilhosas do mundo gay, capaz de abalar convicções menos aferradas, pululam, opções alternativas de transitoriedade. Não estou nem falando da galera que saiu do armário e ganhou os clubs, nem dos indecisos conflituosos a oscilarem de acordo com as marés na preferência sexual. Falo ( eta palavra perigosa) de uma coisa mais sutil, ardilosa, enganadora, a minar diariamente seu suor masculino, seu ferohormonio centrado na testosterona e que sempre serviu para nortear as fêmeas na sua eterna busca do príncipe do cavalo branco ou, vá lá que seja, da eguinha pocotó que lhe cabe, neste latifúndio. Esta idéia corrente, esse lobby estético, a querer que todos os homens sejam metrosexuais, narcisos, empalados em botox, cremes de rejuvenescimento e outras coisitas mais, com seu culto ao corpo, a barriga de tanque, são atitudes capazes de fragilizar o destino básico da sua formação, afinal, nunca se sabe o que se esconde nos corações humanos. Eu mesmo tenho um amigo que começou no pó de arroz e acabou disputando calcinha a tapa com a ex-mulher.
Não bastasse esse corolário de asneiras agora lançaram como kit opcional o ubersexual ( supersexual em inglês), que significa o homem ideal ( lá pra eles) com todas as frescuras do anterior, mas que gosta mais de si mesmo e do bem estar, como se nosso bem estar atávico não fosse encontrar a nossa Eva definitiva. Enquanto as revistas masculinas têm de tudo, menos mulher, e ficam ensinando os homens a cozinhar, gratinar, combinar a blusa furta cor com um mocassim italiano, segurar a xícara com o dedinho e andar sem cheiro, sem gosto, sem falar palavrão e incapaz de pronunciar a palavra pau no ouvido dela nem que ela lhe cubra no pau, as mulheres são ensinadas em todos os requintes da sacanagem e da safadeza, da fome e da volúpia, do pega pra capar de matar de inveja qualquer Don Juan, nas publicações ditas, femininas. Eu mesmo já vi, e fiquei todo arrepiado de pavor, um carro de mulher com aquele adesivo símbolo da saudável cafajestagem masculina: ¿marmita: aqui só entra comida¿. Mais um pouco e elas vão ter, se já não tem, que eu não tive oportunidade de ser apresentado, as garconieres- matadouros.
Vamos devagar com o andor que o santo é de barro e quem nasceu pra rainha não quer perder a majestade não. Aonde foi que vocês aprenderam que mulher gosta de homem arrumadinho, feito manequim de vitrine? Mulher gosta de homem com poder, e que ele o emane além das roupas e do talco. Homem tem que ter pegada e a capacidade de fazer com que ela saiba que na hora em que ele a tomou o universo dela vai ser revirado com coisas que ela não ousou pensar nem escondida no banheiro e lavando a boca com sabão. O que elas querem, meus caros, para serem satisfeitas e isto é tão antigo quanto a mentira de ser só um pouquinho, é que você combine o máximo de criatividade com a capacidade de manter a firmeza da opinião sobre o aparelho geral dela, pelo máximo de tempo, se possível por turno de seis horas, não só sem tirar nem por, mas também e, principalmente, tirando e pondo.
As mulheres, companheiros a perigo, essa dica eu dou de graça, possuem um detector especial acoplado aos seus pelos e desejos, talvez à medula espinhal, capaz de fazê-las suspirar profundamente e sentir o corpo gelado e, subitamente, estirar a saia e mudar a posição das pernas, quando um homem, desses que não deixam dúvidas, entra no seu raio de visão. É inconsciente e transcende a qualquer segunda intenção. É apenas resquício daquele hábito ancestral de selecionar o melhor espécime, na pradaria, para perpetuar seus genes.
Ta certo que não precisa ser um Brucutu, mas vamos parar com esse negócio de exceder na ternura sem endurecer jamais, que mulher, além de um amor que a considere insubstituível, lhe faça versos e morra na sua ausência, quer mesmo um homem com cheiro de homem, que saiba o que faz e pra onde vai nos labirintos das quatro paredes e adjacências e seja capaz de lhe dizer no ouvido, todo o vocabulário milenar do tema, que lhe faça perder todas as certezas e o rumo de casa. Que lhe retire as forças para negar o que lhe for pedido, ou tomado sem permissão.
O que vale é saber que você e ela podem fazer o maior amor do mundo ser pátria e redenção. Portanto vamos parar com este autocanibalismo, esse narcisismo de primata em crise, que já estou até aqui de mágoa e cansado de tanta presepada. Ser homem, basta. E já é complicado o bastante.





Comments: (alternativo)


9:41 AM - post nºPostado por Insensato

Quarta-feira, Novembro 23, 2005


[11:01 AM]

De todos os meus aprendizados, saber interpretar a dimensão do silêncio, o impálpavel e ter isto como referência tem sido o mais díficil...




Comments: (alternativo)


11:01 AM - post nºPostado por Insensato

Quinta-feira, Novembro 17, 2005


[6:15 PM]


Ah se ela dissesse...

A primeira vez que ela apareceu, flor do meu acaso, ficou determinado nas tábuas de lei, lá dos céus, o inicio do cisma entre meu passado de incertezas e o futuro improvável, embora ainda não soubéssemos que estávamos na chuva e ela iria nos molhar. Até o dia em que ela surgiu dançando o baile imaginário, numa saia de conteúdo improvável e sem nenhuma certeza estatística de que aquilo era de verdade e não uma ilusão de óptica, uma epifânia de quem não tragou e não duvida da fé. Mas eu a vi na retina cansada destes olhos meus que, um dia, ainda muito distante, a terra há de comer, sem o sentido bíblico da coisa com a qual eu a devoraria, e senti o abalo nas minhas placas tectônicas, o sismo na minha abissal fossa sentimental. Desde então tudo que era ilegal, imoral ou que engorda, a metafísica, a oratória e o perfil do colesterol mudaram ao sabor dos seus encantos e do arco-íris de seu riso. Mas como tudo que me acontece além da linha do horizonte, não sai como rezam as lendas e o horóscopo chinês, ela deixou meu coração no bung-jump existencial, oscilando como um samurai bêbado, num haraquiri de fazer inveja a piloto japonês.
Ah, mas se ela soubesse que, desde aquela vez, em que veio ao meu mundo tal qual uma Eva, sem a parreira, e viu a maçã virar sobremesa, eu dividiria o universo em dois hemisférios, abaixo e acima do seu piercing no umbigo. Ah se ela dissesse que é louca por mim e que ficaria no meu corpo feito tatuagem pra me dar coragem de seguir viagem e outras canções. Ah se ela dissesse que é louca por mim e batesse a porta do seu casulo para nunca mais voltar e fizesse comigo uma casa no campo. Eu juntaria as mãos para o céu e agradeceria por ter alguém que eu gostaria que andasse comigo na rua, na chuva, na fazenda e na casinha de sapê, que a vida nada mais é do que esse velho cantar de ilusões.
Se ela soubesse que por ela eu aprenderia uma nova língua, decifraria os sinais de fumaça, comeria manga com leite e mudaria a ordem das constelações celestes para que seu riso passasse a orientar os navegantes solitários como eu. Se ela soubesse que pularia de para- quedas e contaria a história do mundo no seu ouvido feito uma Sherazade online e com segundas intenções, para garantir que funcionaria regularmente por ser sábado e outros dias da semana, por mais que mil, por todas as noites de minha vida, perdido no pôr do sol dos olhos dela que acontece todos os dias entre lugares tão distantes como a primavera e o verão, o pólo norte e sul, o equinócio e o solstício.
Por ela aprenderia a dançar, o nome das flores, cavalgaria o minuano, andaria sobre os telhados e por seu beijo removeria montanhas e iria a Maomé e a tornaria meu orixá regente. Só por ela, tão linda, tão linda, tão linda, que confunde meu sono e sonho, eu desviaria a rota dos cometas e a hora de Greenwich. Eu faria tudo diferente, sem meter os pés pelas mãos. Ah! Eu acordaria. Mas só se ela dissesse, se ela dissesse, que é louca por mim...

O Beijo- Di Cavalcanti


Mensagem na garrafa

De certo modo, o eu, personagem que vem escrevendo essa longa história de amor em textos, neste ano, está deixando o blog. Ficará o outro, dos outros textos. Há alguns dias este vem tomando conta do espaço. Não é escolha minha. Não sei também se a promessa irá além da intenção, que não é fácil domar a besta fera do coração. É pela salvação. Quem sabe, tudo retorna, ainda maior. Mas, nesta dificil luta interna, o primeiro venceu hoje. Reconheço-me servil das palavras. Eu não resisto a seus encantos. E fiz esta crônica, pela qual estou apaixonado, por sua leveza. E não tive forças para não postá-la aqui. Leiam, como eu...e comentem por favor!






Comments: (alternativo)


6:15 PM - post nºPostado por Insensato

Quarta-feira, Novembro 16, 2005


[10:01 PM]

Fisiologico

Eu não sei para que Deus me deu coração, se vivo de milagres...





Comments: (alternativo)


10:01 PM - post nºPostado por Insensato

Segunda-feira, Novembro 14, 2005


[6:35 PM]

PECULIARIDADE - Patrice de Moraes, poeta feirense, lançando o livro Eurótico.

O gosto que ela tinha quando o punha
na boca era algo de invejar
as mais experientes no tratar
um phallus que entre os lábios se interpunha.

Beijava-o, sugava-o, mimava-o
de um jeito próprio, especial ¿ amor.
Fazia desse engenho o seu labor
mais prazeroso, e, claro, isso agradava-o

muitíssimo. Mas mais agradecida
ficava ela quando permitida
fruir na boca os jatos de eloqüência

final, distribuindo-os, na seqüência,
por toda vastidão de sua vida
entregue à oralidade sem prudência.






Comments: (alternativo)


6:35 PM - post nºPostado por Insensato

Domingo, Novembro 13, 2005


[9:49 AM]

Conclusão, ou do encurtamento da alma

Não é que os amores já não sejam mais para sempre. Eles continuam sendo. O sempre é que está durando cada vez menos...




Comments: (alternativo)


9:49 AM - post nºPostado por Insensato

Sábado, Novembro 12, 2005


[1:27 PM]


Travessia

As vezes acho que a vida é muito grande pra mim. E, nos dias assim, nao sei o que lhes escrever. A vida, é perigosa na travessia, dizia Guimaraes Rosa. De certo modo ando mudando certezas e antigas lendas , costumes, estabelecendo abandonos e perdas.Fazendo a minha travessia. Nem sei se o peito aguenta, mas as escolhas estão sendo feitas. Não creio no ameno do outro lado da travessia, mas se acreditar que a vida é passagem, tudo terá valido a pena. De qualquer modo, visito o que desconhecia em mim. Enfim a vida me parece. As vezes é...




Comments: (alternativo)


1:27 PM - post nºPostado por Insensato

Segunda-feira, Novembro 07, 2005


[11:59 PM]

Ouvi esta ontem:

Todo homem é um diabo, não há mulher que o negue,
mas não tem mulher que não queira, um diabo que a carregue...




Comments: (alternativo)


11:59 PM - post nºPostado por Insensato

Sexta-feira, Novembro 04, 2005


[12:57 PM]

Ode à mulher que não terei

Não tenho mais pontos cardeais. Meu único rumo atravessa teus meridianos. Desfiz-me das ilusões temporárias, dos amores de ocasião, das posses insatisfatórias, que amenizavam dores antigas construindo novas erosões. Silenciei as palavras que não te dizem respeito. Ergui teu império, arei tuas terras sem fim, na minha aldeia. Fiz os jardins de açucenas, avencas e delicados lírios para tua estadia, com a lavoura das mais arcaicas. Nas leiras de minhas faltas e perdas. No exílio onde guardei meu último pedido. Semeei tua alma em minhas flores, assim te cheiro nas manhãs de primavera. Confiei que tuas mãos podiam erguer o universo e o tamanho de meu desejo. Andei por lugares demais. Já não trago benesses nos olhos cansados, mas desaprendi dos caminhos da perdição. Adormeço meus cansaços na lenda de teus cabelos. Debato-me, peixe na rede, fera terrível, contra o guardado no alforge de tua memória e o escasso do que me dás. Tão farto e mínimo. Sou a esfinge que me devora. Sou a esfinge que te devora, presa sob meu corpo. Sem alternativas de rendição. A nuca feito carne de dentes. Morte inevitável.
Após amanhã os dias sem tua voz irão parecer preces inescutáveis. Rezas sem Deus. No teu riso, a luz do fogo, sem vela. Nos olhos, o sal, sem mar . A cor, sem coral. O sargaço, sem Nau. Eu sem você. Pergunta sem resposta...





Comments: (alternativo)


12:57 PM - post nºPostado por Insensato

Quarta-feira, Novembro 02, 2005


[9:33 AM]

Ilusões

Do que tens de vasto e extenso
Ser teu pastor e guia
antes que tarde - teu corpo
ainda que falte -o senso

Do que tens de léguas e gosto
Ser teu feitor e trilha
Perdição - a boca em teu rosto
Tua alma- minha sina

Do que tens de sonho e devaneio
Ser teu dono e destino
Nos dentes- o maduro de teu seio
Nas mãos- êxtase de menino

Do que tens de vontade e eterno
Ser teu cúmplice e motivo
A mulher- aquela que amo
A vida- a tua, que vivo.

Darocas ( pintor espanhol)





Comments: (alternativo)


9:33 AM - post nºPostado por Insensato

Terça-feira, Novembro 01, 2005


[1:24 AM]

Invenções...

Entre tantos que já fui, diversos tantos, metamorfose e intenções, tu inventou o único que desejei ser. O das renúncias. Do desejo único, cativo de tua existência e da esperança de tua permanência. E por tu inventei o sol pra te aquecer à distância e o vento pra te falar nas ausências, inventei a lua pra te lamber nua quando meu desejo não pudesse te alcançar. Inventei Deus e os peixes por testemunha. Inventei a velhice pra te esperar sentado na varanda de uma roça qualquer e teu ventre para te sagrar prenha e te fazer filho e gozo. Inventei a história do mundo pra reinventar teu passado e acolher tua longa história entre meus guardados sem memória. Inventei a dedicação do homem a uma mulher e descobri que me inventei pra você. Inventei o destino e me perdi no seu fio, feito cúmplice. Inventei a colheita do trigo e esperei te colher como espiga de milho, madura e pronta, para cozer o pão do nosso jantar em comunhão. Tua vida minha hóstia consagrada. Minha remissão dos pecados. Meu tambor e ritual de evocação, meu chamado. Inventei as lições da carne, os verbos da respiração e cometi todas no teu corpo em desespero. Inventei a inocência e me fiz parto inaugural, teu fruto, teu santo, teu anel, teu laço e nó. Só não inventei o tempo dos encontros. E fui além de minha própria invenção, onde os candeeiros da infância - luz que me refaz-, não iluminam mais tanto escuro. Mas inventei tua lágrima de hoje, tua dor do nosso impossível, das nossas lonjuras. E o orvalho de meus olhos, amanhã. Então terei que partir. Porque, para que sejas feliz, com o que sou e fiz, com o que és e fazes, preciso inventar uma última invenção: inventar tua salvação...





Comments: (alternativo)


1:24 AM - post nºPostado por Insensato



[12:49 AM]

Viagem

Estive ausente porque estava no Congresso Brasileiro de Educação Médica em Natal. Eu já havia ido algumas vezes por lá mas, a cidade, com seus passeios, está fantastica. Ficou na memória...




Comments: (alternativo)


12:49 AM - post nºPostado por Insensato